CLUBE PARANAENSE DE CICLISMO DE MONTANHA

CAPE EPIC a mais bela e intrigante prova de MTB do mundo

Para alguns ciclistas que conhecem de tudo, como a vídeo-repórter e pedaleira de primeira hora RENATA FALZONI, a CAPE EPIC é ainda mais fascinante que os Mundiais de MTB, e até mesmo que uma OLIMPÍADA. Não duvidem. A prova, embora com características bem distintas das provas nos WORLD CUPS e nas OLIMPÍADAS, também reune os melhores do mundo, exige técnica e muita resistência. Por isso não deve nada as demais e ainda conta com um visual no interiro da AFRICA DO SUL. bah...

Podemos então começar pelos números, ou para os mais técnicos, pelos dados da prova que neste ano foram registrados mais de 886km de pura trilha em meio a uma espécie de savana na África do Sul. Mais de 1200 atletas, melhor dizendo, ciclistas da elite mundial. Pense no melhor... pode ter certeza, se não estava lá já não é mais dos melhores. Além disso, só a elite para superar os cerca de 15.000 metros, isso mesmo, 15.000,00 metros de desnível acumulados ao longo dos 886kms de prova.

Para FALZONI, a África do Sul não pode ser descrita em palavras, pois isso seria, na sua opinião

“...perder tempo. As fotos dizem alguma coisa, mas não descrevem o calor seco, a poeira nos olhos a secura na pele, os cheiros, o vento contra, a adrenalina dos atletas... A África do Sul é bela (...)”

Bem, a RENATA sabe o que diz.

Para se ter uma idéia do nível da prova, estavam lá: ROEL PAULISSEN dez vezes campeão alemão de MTB e quarto em ATENAS. BART BRENTJENS o holandês vencedor do EPIC de 2005. O também alemão KARL PLATT, da equipe BULLS e que foi vencedor em 2004 e terceiro em 2003.

Duas equipes brasileiras participaram da EPIC 2007. A BRASIL POWER ON, com MÁRIO ROMA e JÚLIO PETERLINI que ficaram em um muitíssimo bem colocados 26º. Lugar na categoria MASTER. Bem, ficar entre os 26 melhores do mundo na MASTER não é para qualquer um diga-se... ADRIANA NASCIMENTO da outra equipe brasileira correu a prova até o fim mas não ranqueou pois seu parceiro na prova não aguentou o tranco e abandou. Não foi por menos que ADRIANA NASCIMENTO retornando às competições venceu o Brasileiro de MTB deixando fácil a superpoderosa JAQUELINE MOURÃO.


Mas dá também para participar da EPIC sem ser como competidor e sim como auxiliar dos ciclistas, quase que como um voluntário. Se pretender participar da prova como ciclista competidor, você terá que ter sorte nos sorteio que ocorre no mês de junho. Quem quiser saber mais, sugiro o site:
www.trippers.co.za.

Ah, claro, já ia me esquecendo, a CANNONDALE liderou três etapas, a SPECIALIZED deu algum problema ao longa do prova com o suíço vencedor do ano passado CHRISTOPH SAUSER, destaque para a equipe holandesa DOLPHIN.

Mas a melhor da festa, a vitória, ficou reservada para a equipe TEAM BULLS com o ciclistas alemães, claro e de novo, KARL PLATT e SIMON SAHN.

Agora digam. Visual do interior da África do Sul trilha fervendo e mais de 1200 ciclistas... a CAPE EPIC é mesmo uma prova épica.

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